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A IMPACTO Saúde Ambiental atua desde 2004 com seriedade e eficiência no controle de pragas urbanas e vetores.

CURTA A IMPACTO

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DESINSETIZAÇÃO

 

Moscas


A ordem Diptera reúne os insetos como moscas, mosquitos, pernilongos, borrachudos, mutucas, varejeiras, moscas-das-frutas, entre outros. Segundo GALLO (2002) são cerca de 120 mil espécies na ordem organizadas em mais de 100 famílias.


As moscas têm reprodução sexuada e a maioria é ovípara, com ciclo de vida curto, duram cerca de 30 dias e são insetos com metamorfose completa (holometábolos) e apresentam as seguintes fases de desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adultos.

O processo de urbanização favoreceu a reprodução das moscas que encontram no lixo, restos de alimentos e outros locais lugares perfeitos para conseguir alimento, se abrigar e reproduzir. Segundo a FIOCRUZ, podem alimentar-se de fezes, escarros, pus, produtos animais e vegetais que estejam em decomposição além de açúcar e frutas. Assim, as moscas são vistas como pragas urbanas, capazes de transmitir doenças, servindo de hospedeiras para agentes patogênicos e devendo ser evitadas.


Algumas dessas doenças são: tifo, disenterias, conjuntivite, doença do sono e berne. Além das moscas, dentro da mesma ordem encontramos os mosquitos que podem ser sugadores de sangue e transmissores de doenças como malária, febre amarela, dengue e encefalite (GALLO,2002).


Como característica comportamental, são mais ativos durante o dia do que à noite, quando repousam. Podemos identificar a presença ou passagem de moscas em um local através de manchas escuras provenientes de suas fezes ou manchas claras decorrentes da saliva produzida pelo inseto que lança sobre o alimento para facilitar sua ingestão.


 

Formigas

 

As formigas são insetos da Ordem Himenoptera, havendo mais de 2.000 espécies descritas no Brasil. Dentre elas, algumas dezenas são consideradas pragas.


Todas as espécies de formigas vivem em sociedade, numa organização que prioriza a defesa da comunidade como um todo, otimiza a busca de alimento e a exploração de locais onde possam construir seu ninho.


No ninho habitam os ovos, larvas e os indivíduos adultos, representados pela rainha e operárias. Algumas delas têm modificações na mandíbula, algumas vezes no tamanho, sendo denominadas soldados. Acredita-se que larvas alimentadas com alto teor de proteína se desenvolvem como soldados; por outro lado, larvas alimentadas com baixo teor de proteínas se desenvolvem como operárias.


A maior parte das espécies é onívora, ou seja, tem uma grande opção de alimentos, seja ele doce, salgado, gorduroso. Esse alimento é coletado pelas operárias, guardado no papo e depois distribuído para os indivíduos do interior do ninho: soldados, larvas e reprodutores. Essa distribuição do alimento boca a boca é denominada trofalaxia. De um modo geral, as larvas necessitam de proteína, para seu desenvolvimento. E os adultos requerem uma dieta rica em carboidratos.


As formigas que vivem nas nossas residências ou outros imóveis vão se utilizar dos mesmos alimentos que buscamos: bolo, doces, bolachas, salgadinhos e outros alimentos que muitas vezes deixam migalhas pelo chão. Além dessa forma de alimento, algumas formigas podem se alimentar de insetos mortos e outras substâncias que, embora contenham proteínas ou açúcares, para nós é de grande repugnância, tais como escarros, vômitos, fezes e outros. Como as formigas não têm a acuidade gustativa semelhante à nossa, serão alimentos de qualquer forma. Esse é um dos principais meios de contágio das formigas com agentes infecciosos (principalmente bactérias). Se essas formigas habitarem ninhos em hospitais ou centros médicos, existirá um risco de infecção hospitalar.
 

Baratas


As baratas estão entre os seres vivos mais antigos existentes. Há registros fósseis de cerca de 350 milhões de anos. Há mais de 3.500 espécies no mundo. Cerca de 35 delas vivem em intensa associação com o homem. Essas têm hábitos noturnos, e saem à noite para buscar alimento e água, ou para se acasalarem.


Estão entre os organismos mais resistentes na natureza, podendo ficar até 30 dias sem se alimentar, e até quase 1 semana sem água. Dessa forma, não é difícil imaginar como estão bem supridas com a quantidade de alimento que o meio urbano oferece, na forma de lixo e descarte abundante de alimentos.


Possuem hábitos alimentares diversos, podendo se alimentar de doces, salgados, alimentos gordurosos, peças de roupas, cadáveres, até lixo e material de esgoto.


As baratas podem causar a contaminação de alimentos através do contato com suas fezes, vômitos, baratas mortas e germes patogênicos.


Depois da mosca doméstica, as baratas são os insetos que mais facilmente transportam germes de um local para outro. De acordo com estudos, as baratas podem transportar cerca de 40 bactérias patogênicas diferentes. Podem abrigar também vírus, protozoários, fungos, causando uma série de enfermidades, como conjuntivite, gastroenterites, infecções urinárias, alergias, amebíase, hepatite, entre outras.


Espécies comuns


Entre as espécies mais comuns, destacam-se:


a) Barata de cozinha, barata alemã ou francesinha (Blatella germanica)
Apresenta um tamanho de 12 a 16 mm de comprimento, de coloração castanho amarelado. Realiza a postura de ovos dentro de uma estrutura protetora chamada ooteca. A fêmea carrega essa ooteca presa ao abdômen e só é liberada quando o desenvolvimento embrionário está quase terminado. Essa estrutura é muito importante quando se fala em saneamento de um ambiente, pois confere aos ovos uma certa proteção contra inseticidas.
Costumam se abrigar em cozinhas, depósitos de alimentos e embalagens, frestas de guarnições e batentes, fornos, estufas, motores elétricos, dutos de eletricidade, em frestas de azulejos e alvenaria, etc.


b) Barata de esgoto ou cascuda (Periplaneta americana)
Apresentam um comprimento de 30 a 45 mm, sendo de coloração castanha escura avermelhada.
A fêmea realiza a postura da ooteca em frestas ou em locais protegidos. Prefere ir de um local a outro por meio de caminhadas; no entanto, no verão, em noites bem quentes, pode voar.
São encontradas em caixas de esgoto e gordura, caixas d´água, quadros de energia elétrica e telefonia, galerias subterrâneas, cisternas, sanitários, vestiários, etc. São responsáveis pela transmissão de uma série de enfermidades, como a barata de cozinha.

Escorpião

 

O escorpião é um dos animais terrestres invertebrados mais antigos da Terra, entre os animais vivos. Seu exoesqueleto permitiu explorar o ambiente terrestre. Os escorpiões são invertebrados artrópodes, da classe dos aracnídeos e da ordem Scorpiones.


Estes animais são em torno de 2000 espécies espalhadas pelo mundo, menos na Antártida. Apesar de algumas espécies se adaptarem nos climas mais intensos (próximo a 0° ou 50°), a maior parte delas prefere temperaturas entre 20° e 40°.
 

Passam o dia escondidos em lugares escuros, entre frestas, ou debaixo de pedras, folhas e troncos, ou enterrados na areia no deserto. São comuns em lugares com entulhos, que possuem madeira, materiais para construção, sendo mais ativos à noite, quando forrageiam e comem. No Brasil, há em torno de 140 espécies descritas.


No fim da cauda do escorpião existe um segmento chamado telson e as glândulas de veneno, é o chamado ferrão. Seu veneno contém substâncias neurotóxicas, enzimas, histaminas, entre outras. Todos os escorpiões produzem substâncias tóxicas, mas menos de 30 espécies podem causar a morte em humanos.
 

Carrapatos

Carrapatos são pequenos aracnídeos ectoparasitas hematófogos responsáveis pela transmissão de inúmeras doenças, isso ocorre pois são vetores de vírus e bactérias. São parasitas principalmente de animais domésticos, mas podem ser parasitas do homem, normalmente não ficam aderidos ao hospedeiro, ficam dessa forma quando precisam alimentar-se.
 

Dentro da importância médica, pode-se destacar que uma espécie específica, o carrapato-estrela é transmissor da febre maculosa, para que ocorra a contaminação é necessário que o carrapato permaneça fixado na pessoa por pelo menos quatro horas, vale salientar que os carrapatos jovens e de menor tamanho oferecem maior risco pois são mais difíceis de serem vistos.

Piolho de Pombo

Piolho do pombo é um ácaro, que habita as aves silvestres, tanto pombo, pardal e outras aves. Ele transmite uma patologia chamada dermatozoonose, que é alergia a picada de inseto. Essas lesões são semelhantes à picada de formiga. 


O piolho de pombo é prejudicial não apenas para o ser humano, como também para os próprios pombos. Os parasitas vivem fora do corpo das aves e se alimentam de seu sangue. Infelizmente, as aves não conseguem remover os piolhos sozinhas e o resultado é que ficam doentes, com anemia.


Locais com bando de pombos são propícios para o aparecimento dos piolhos, principalmente se há alguma ave doente.

Aranha

Artrópode da classe dos aracnídeos (ordem Araneida). Apresenta cores variadas, e, quanto ao tamanho, vai do quase invisível a olho nu até espécies de mais de 20 cm. Todas as aranhas são predadoras e sua dieta inclui de insetos tais como: moscas, mosquitos, grilos, gafanhotos, baratas etc.


Apesar de poucas aranhas possuírem a capacidade de intoxicar o homem, todas as aranhas são venenosas.


As aranhas possuem hábitos diurnos e noturnos. As espécies noturnas, onde estão as caranguejeiras, possuem a visão deficiente e não reconhecem pessoas como agressores. A agressividade existe quando um conjunto de situações informa ao animal que ele está vulnerável ali existe uma presa. Estas reações envolvem, principalmente, movimentos bruscos, deslocamentos repentinos de ar, qualquer situação que envolva manuseio, contenção ou captura.

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